PLANO DE REESTRUTURAÇÃO
DO HÓQUEI SOBRE PATINS
DE SÃO PAULO

Por Marcelo Albuquerque


São Paulo, 19 de abril de 2014


O Hóquei sobre Patins vai mal.



Aliás, não é a primeira vez, e nem vai ser a última.

Eu escuto que o Hóquei vai acabar desde o fim dos anos 80, mas meu pai dizia que isso vinha da década de 1960. Foram vários candidatos ao extermínio: más administrações, extinção de equipes, maior opção de lazer para jovens, Hóquei in Line, etc.

Mas também, no meio termo, tivemos um Campeonato Mundial (1995), transmitido ao vivo pela BAND, com os maiores picos de audiência no IBOPE, tivemos a febre da patinação dos anos 80, tivemos o Hóquei sobre Patins como tema do folhetim "Malhação" nos anos 2000, tivemos equipes de Hóquei Feminino ganhando Campeonatos Mundiais, e tivemos muitos atletas brasileiros sendo disputados por clubes europeus.

Embora muitas vezes pareça, o Hóquei sobre Patins NUNCA vai acabar. Por diversos motivos. Se formos ao mais pejorativo, porque ainda existe um Hóquei sobre Patins muito forte no exterior, e, como sempre existirá o Campeonato Mundial, sempre haverá atletas dispostos a disputá-lo.

Então, mesmo para os mais pessimistas, o Hóquei sobre Patins é pra sempre.



Entre as oscilações do bem e do mal, o Hóquei sobre Patins de São Paulo vive, hoje, uma crise. É uma crise de falta de identidade. De falta de maturidade e organização. Mas não é o FIM.

Como sempre tem acontecido há gerações, o Hóquei sobre Patins de São Paulo vai sobrevivendo da iniciativa de poucas pessoas, quase sempre com interesses pessoais. Ou puxa pelo sonho dos filhos, ou tem uma saudade enorme, ou é movido por uma rixa pessoal de provar que é possível. Não há problema em nada disso, pois é a rivalidade e o interesse que move esse esporte.

E no meio de tanta negatividade há uma noticia boa: O Hóquei sobre Patins de São Paulo já esteve pior. No meio da década de 2000, houve a ruptura da Federação Paulista de Hóquei e Patinação (FPHP - entidade fundada em 1948) e a criação da Federação Paulista de Esportes sobre Patins (FPESP). Mais recentemente, outra ruptura, e a criação da Federação Paulista de Hóquei sobre Patins (FPHSP). No meio do caminho desta briga política, houve período em que não foi realizado o Campeonato Paulista, bem como ano em que até hoje não se sabe quem foi o campeão.

Mediante muitos fatos bons e maus, resumidos aqui injustamente em poucas linhas, faz-se necessário, agora, uma reestruturação do Hóquei sobre Patins em São Paulo.

Uma reestruturação que deve buscar a união de dirigentes e atletas, baseado na humildade de que o Hóquei sobre Patins de São Paulo atravessa uma fase ruim, de baixo nível técnico, e pouco esforço administrativo.

Sabendo que é impossível agradar gregos e troianos, me lanço sem paraquedas ao risco de angariar inimizades, brigas, adjetivos pejorativos e outras negatividades. Mas estou convencido de que, no momento, será melhor para o esporte que amamos.

Em função da precariedade administrativa que rege meu esporte favorito, sou naturalmente voluntário para liderar a renovação. Mesmo tendo prometido aos meus pares que NUNCA me envolveria na política do Hóquei sobre Patins, acho que chegamos num limite ao qual não posso ignorar. Atualmente ocupo o cargo de direção numa multinacional que me ocupa bastante tempo. Mas acho que posso usar meu KnowHow em gestão, para ajudar o Hóquei sobre Patins de São Paulo a recuperar prestigio e, quem sabe, voltar a figurar no cenário nacional como grande força de expressão.

Como não serei capaz de executar o que prego sozinho, faço aqui um esboço do que acho prudente para o Hóquei sobre Patins de São Paulo neste momento. O desejo de que dê certo é tão grande, que não faço nenhuma restrição à propriedade intelectual das ideias aqui listadas. Se outra pessoa se voluntariar a cumprir o que está sugerido aqui, sei que o efeito será exatamente o mesmo. Não há, aqui, pretensão minha de ser o herói salvador. Se houvesse aqui algum cunho politico escuso, eu manteria as ideias em segredo para me lançar em campanha por um golpe de estado.

O Hóquei precisa desesperadamente de quem não precise do Hóquei pra nada.



CREDIBILIDADE

Nitidamente, na visão de um gestor privado, o que falta ao Hóquei sobre Patins de São Paulo é credibilidade. Aliás, a falta de credibilidade do Hóquei sobre Patins não é só um defeito regional: pode ser estendido a todo Brasil.

Se formos ao pilar básico da crise do Hóquei sobre Patins, podemos resumi-la com um único principio: FALTA DE DINHEIRO. O que diferencia este pensamento do resto do pensamento ligado ao Hóquei sobre Patins do Brasil, é que a FALTA DE DINHEIRO a que me refiro, não é direta, mas sim indireta.

Porque se formos fazer uma relação direta entre FALTA DE DINHEIRO e Hóquei sobre Patins, resolveríamos tudo de maneira mais simples e não menos produtiva. Se fizermos um exercício de imaginação, um aporte milionário de uma empresa na Federação Paulista, ou mesmo na Confederação Brasileira, resolveria todos os problemas do esporte. Quem duvida que, liderada por dirigentes honestos, uma injeção milionária de dinheiro não faria o Hóquei sobre Patins um esporte altamente interessante?

Como esse aporte financeiro é improvável, retenhamos nossa discussão na esfera mais realista, a do investimento indireto. Para quem já é dirigente, os problemas da falta de recurso indireto são perfeitamente compreensíveis. É assim numa empresa ou numa entidade esportiva.

A maior parte das equipes de Hóquei em Patins dividem meios de transporte do Clube ou da Prefeitura, e ficam preteridas quando não há uma agenda fixa, perdendo espaço para outros esportes mais bem organizados. Sem poder se locomover, acabam declinando da participação dos mesmos. A não realização de Campeonatos de categorias inferiores, impedem a motivação de pais e atletas que investem na compra de equipamentos ou que fazem contribuições coletivas para apoio.

Meios televisivos e a mídia impressa ou OnLine, deixam de dar cobertura para eventos que não tem continuidade ou não são previamente informados. Assim sendo, potenciais patrocinadores não tem interesse em pequenos aportes, porque o esporte passa a ser um esporte sem nenhuma visibilidade, com consequente retorno zero.

Como se vê, existe um enorme prejuízo financeiro indireto quando há falta de credibilidade - e é este ponto que defendo como primordial para a recuperação do esporte.

COMO RECUPERAR A CREDIBILIDADE?

No meio corporativo, os empresários dominam a máxima de que construir credibilidade é um processo lento e moroso, mas perde-la é um processo rápido e, às vezes, irreversível.

Estou convencido de que recuperar a credibilidade do Hóquei sobre Patins será um exercício demorado e tedioso, mas imprescindível.

Não existe formula mágica ou segredo para isso. Como faria numa empresa, é necessário listar os pontos fracos do Hóquei sobre Patins e ataca-los um a um, e é o que proponho na listagem abaixo.

Portanto, acima de criar novos atletas, acima de criar novas equipes, acima de criar novas categorias, acima de angariar recursos, acima de fechar contratos de parceria mirabolantes, está a solidificação e recuperação dos pilares básicos do esporte.

Você compraria um apartamento na planta de uma construtora falida?



1. A ENTIDADE DA FEDERAÇÃO ESTADUAL

Depois de anos de disputa politica e uma guerra de vaidades desenfreada, houve um desgaste muito grande da figura do dirigente do Hóquei sobre Patins e, principalmente, da entidade organizadora do esporte na região.

No estado de São Paulo, hoje temos quatro federações que cuidam dos esportes patinados que estão sob tutela da Federação Internacional (FIRS), cada uma regendo uma modalidade: Hóquei sobre Patins, Hoquei InLine, Corrida sobre Patins e Patinação Artística.

A primeira federação a ser criada foi a Federação Paulista de Hóquei e Patinação (FPHP - entidade fundada em 1948). Depois de uma briga, no meio dos anos 90, foi criado a Federação Paulista de Patinação Artística (FPPA).

O Hóquei sobre Patins foi "expulso" da Federação Paulista de Hóquei sobre Patins depois de um escândalo de corrupção e uma guerra política com o recém-criado Hóquei inLine.

Depois de um período de transição, e uma sinergia de interesses, o Hóquei sobre Patins e a Corrida sobre Patins foram acolhidos na Federação Paulista de Esportes sobre Patins (FPESP). Mais recentemente, buscando mais liberdade, o recém-empossado diretor de Hóquei da Federação Paulista de Esportes sobre Patins, criou a Federação Paulista de Hóquei sobre Patins (FPHSP).

No meu ver, existe aqui uma perda de recursos comum, esforço e trabalho com a existência de entidades menores e consequentemente mais fracas. À exceção da Patinação Artística, que hoje recebe expressivo aporte de dinheiro federal em função dos repetitivos títulos de Campeão Pan-americano, as Federações de Hóquei sobre Patins, Corridas sobre Patins e Hóquei InLine perdem MUITO mais do que ganham em se manterem como entidades independentes. Há esforço repetitivo na gestão de CNPJs, aluguéis e despesas fixas, esforços estes que poderiam ser rateados e reduzidos, beneficiando as finanças de suas respectivas modalidades.

Embora possa parecer utópico, a união dos três esportes sob a bandeira da original Federação Paulista de Hóquei e Patinação (FPHP), não é conflitante, porque cada modalidade tem seu público alvo distinto.

Para que haja uma convivência pacífica, cada modalidade pode manter sua hierarquia interna e deve manter suas finanças em separado. Faz-se necessário portando, a extinção da Federação Paulista de Esportes sobre Patins (FPESP) e da Federação Paulista de Hóquei sobre Patins (FPHSP).



2.SEDE e SECRETARIADO

Por anos, as Federações relacionadas ao Hóquei sobre Patins têm vagado por endereços fictícios e transitórios, garagens ou "a casa do pai". Sempre será necessário um lugar físico real aonde possam ser marcadas reuniões, encontros, ou onde estejam guardados os documentos, sumulas de jogo, troféus e outros bens da entidade.

Não pode querer ser séria uma instituição que não tem uma sede própria, com pelo menos um funcionário para fazer as funções de recepcionista, telefonista ou arquivista. Mas, em termos do custo deste projeto, este sem duvida é o item mais caro. Manter uma entidade com os padrões mínimos de "pequena empresa" não é barato no Brasil.

O salário de um profissional que ocupe as funções descritas anteriormente pode custar R$ 1.500,00/mês (R$ 30.000,00/ano) e o aluguel pode custar outros R$ 1.200,00/mês (R$ 14.400,00/ano). Ainda teremos custos fixos de aproximadamente R$ 1.500,00/mês (telefonia, internet, luz, água, etc.), totalizando R$ 18.000,00/ano. Se somarmos tudo, teremos um custo anual de R$ 62.400,00, sem contar o aporte inicial para criar uma entidade: computadores, mesas, cadeiras, etc.

Parece caro, mas se for inteligentemente administrado, não é.

Em primeiro lugar, o aporte inicial pode ser financiado por colaboradores. Empresas que tem hoquistas como funcionários ou proprietários, podem contribuir com bens e serviços. Doações pessoais também ajudarão a dar o pontapé inicial para a empreitada. Mas isto só será possível porque foi restaurada a credibilidade da instituição, onde as finanças serão demonstrados publicamente.

Alguém duvida que, entre mais de 50 hoquistas que têm vida profissional ativa, não se consiga um computador, mesas, cadeiras, um arquivo, pastas ou outras coisas corriqueiras, desde que os doadores tenham confiança sobre o destino de sua colaboração? Pois é, eu também não duvido. Minha empresa já será uma das maiores colaboradoras.

Se o investimento inicial já foi feito, resta o fardo mais pesado, o do custo fixo. Se anualizado o valor de R$ 62.400,00 pode assustar, analisado ao mês, os R$ 5.200,00 já são mais realistas.

Se levarmos em consideração de que a nova Federação abriga 3 modalidades que antes arcavam com estas despesas sozinhas, fica R$ 1.733,33 para cada uma delas. O valor de R$ 1.733,33 pode ser saldado com receitas oriundas de taxas ou COTAS.

A ideia que levanto aqui para o pagamento do valor mensal dos realistas R$ 1.733,33 é através de um sistema de COTAS - a ser repartido entre colaboradores e empresários. Se hipoteticamente criarmos um sistema de apenas 10 cotas, cabe o valor individual de R$ 173,33 por cota, o que é RIDÍCULO para qualquer empresa ou colaborador de bom status financeiro. Não tenho dúvidas de que com um pouco de trabalho e esforço consigamos arrumar 10 cotistas para o valor sugerido, uma vez que haverá demonstrativo publico de prestação de contas.

Alternativa, como me foi sugerido, é o aporte anualizado de uma quantia mais alta, como por exemplo, R$ 3.000,00, realizado por uma empresa como, por exemplo, a Coca-Cola. Em contrapartida, poderíamos oferecer o mínimo de retorno criando torneios personalizados do tipo "Campeonato Paulista Coca Cola de Hóquei sobre Patins", banners de propaganda, anúncio no site, etc.

Para cotistas que precisem avaliar o retorno, podemos ser criativos criando retorno indireto para o valor investido. Todos nós sabemos que, na prática, não existe retorno sobre o valor investido em atividades de Hóquei sobre Patins. Sugestões serão sempre bem vindas. Uma das que mais aprecio é o serviço de permuta entre os cotistas. Por exemplo, um cotista tem uma empresa de internet, e outro cotista está precisando de um site. O cotista pode fazer o site para o outro, e repassa o dinheiro (ou parte) à Federação. Noutro, um cotista pode ter um meio de comunicação e cede espaço de anúncio para outro cotista.



3.WEBSITE

Há muito tempo que venho falando que, neste atual cenário de tecnologia e informação, a criação e manutenção de um WebSite completo é essencial para a existência de um Hóquei sobre Patins sério.

Hoje em dia, é basicamente impossível encontrar o calendário de jogos de 2014 para o Hóquei sobre Patins, ou o histórico da competição. Não se sabe quem é o atual campeão, quantas equipes existem, ou onde se pode praticar.

Um WebSite é mais do que uma página de Facebook, onde as opiniões e reclamações tem o mesmo peso informativo de uma noticia importante. Um WebSite precisa vender uma imagem de um evento dos sonhos, mesmo que, na prática, não seja.

Sendo assim, é vital a criação deste "portal" para que as notícias relacionadas ao Hóquei em Patins possam fluir. Recentemente tivemos provas concretas de como faz falta um meio de comunicação oficial - torneios foram criados ou cancelados sem nenhuma fonte oficial para tratar da agenda.

Reclamamos muito que não há apoio da mídia televisiva, impressa ou online para com o Hóquei em patins, mas o que temos feito para dar suporte para elas?

Lembro-me de quando fazia parte da Comissão Técnica das equipes da Portuguesa (em São Paulo) e da Nortecoope (em Portugal), que eu era o responsável direto pela informação aos meios de comunicação. Havia um canal de seriedade tão grande, que os jornais nem se davam o trabalho de revisar ou editar meus textos, eles publicavam exatamente o que eu escrevia. Desta forma, as meninas sempre estavam na televisão e nos jornais, eventos que foram suficientes para que conseguíssemos o patrocínio de empresas que não estavam acostumadas com o Hóquei sobre Patins, como a NIKKEI, NIKON, FIATMAIS e BETA.

É através do WebSite que a Federação pode resolver outras questões muito importantes para o desenvolvimento da modalidade e sua seriedade:

  • Centralização do comércio de equipamentos novos e usados negociados entre praticantes e colaboradores, garantindo uma maior disponibilidade deste item tão difícil;
  • Publicação OnLine das finanças da entidade, garantindo mais transparência;
  • Links publicitários de interesse dos cotistas
  • Resumos, fotos e vídeos de eventos, onde os atletas podem ver e mostrar, para amigos ou interessados, seu desempenho na competição.
  • Apoio para outras atividades ligadas ao Hóquei em Patins.
  • Súmula eletrônica OnLine (realtime).
  • Transmissão ao vivo de jogos pela internet.


    4.INCENTIVAR EVENTOS INDEPENDENTES

    O maior desgaste de uma entidade ligada ao Hóquei sobre Patins é a organização dos eventos. Eles consomem muito tempo, logística e recursos.

    Se a Federação disponibilizasse facilidades para que terceiros se sintam atraídos em realizar eventos, haveria um significativo aumento do número de competições o qual a entidade não executa papel dominante.

    Em primeiro lugar, a Federação Paulista deve tratar cada evento como um "negócio", tendo cada um seu centro de custos. Portanto, cada evento deve ter seu fluxo de caixa, autossuficiente para pagar suas despesas e premiações.

    Para, além disso, a Federação deve ser responsável por fornecer o apoio logístico básico, como um quadro de arbitragem mais amplo, resultado de investidas em treinamento para pessoas não ligadas ao Hóquei sobre Patins em centros formadores como, por exemplo, faculdades de Educação Física.

    A Federação Paulista também deve criar um "KIT EVENTO", que permite a entidade promover o esporte sempre que possível. Este Kit deverá ser composto de:

  • Material de publicidade impressa individual (Folhetos), onde os espectadores poderão ler sobre o conceito básico do Hóquei sobre Patins; História, locais onde praticar, patrocinadores, etc.
  • Material histórico impresso, como banners ou cartazes, para que os espectadores possam conhecer mais sobre o Hóquei, curiosidades, ou a historia do evento em disputa.
  • Outros materiais de uso público, como brindes em DVD com vídeos de Hóquei;
  • Fazer acordo com loja de equipamentos de Hóquei, de modo a permitir que em todo evento seja possível adquirir equipamentos para a pratica iniciante ou profissional.
  • Mapeamento de órgãos de imprensa para que eles sejam avisados imediatamente sobre os eventos.
  • Faixas de patrocinadores cotistas em sistema encaixe e use.
  • Usar um sistema de som portátil para fazer de um jogo um espetáculo ao estilo NHL.


    CONCLUSÃO

    Recuperar o Hoquei sobre Patins de São Paulo baseado na CREDIBILIDADE.

  • Recuperar a credibilidade para permitir o desenvolvimento financeiro.
  • Propor a união das entidades FPHP, FPESP, FPHSP, sob a tutela da FPHP.
  • Sede e Secretário próprio mantido com o sistema de COTAS.
  • Aporte inicial realizado através de doação de empresas e colaboradores.
  • WebSite atualizado e centralizador, construído gratuitamente por colaborador.
  • Extrato das Finanças público e OnLine.
  • Centralização do comércio de materiais novos e usados sem fins lucrativos.
  • Incentivar a realização de eventos por terceiros, oferecendo suporte via "Kit Evento".
  • Aumento do quadro de árbitros com cursos para profissionais do setor.
  • Gerenciamento de eventos com centro de custos individuais.
  • Promover jogos demonstração em parques ou pistas de patinação, bem como eventos técnicos individuais, tipo o campeonato de enterradas da NBA.
  • Foco para o desenvolvimento dos atletas das categorias de base, para garantir o futuro do Hóquei sobre Patins.
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